Carregando, aguarde...

Central de atendimento: 11 3056-9955 / Endereço: R. Bento de Andrade, 379 - Jardim Paulista - São Paulo - SP - 04503-011
Notícias

JUNHO VIOLETA: conscientize-se sobre o ceratocone!

7 de junho de 2021

JUNHO VIOLETA: conscientize-se sobre o ceratocone!
Assista ao nosso vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=1g1lMqNwvY4

 

O mês de junho foi o escolhido para abordar os riscos e sintomas do ceratocone, doença ocular que atinge grande parte da população mundial, e infelizmente, não tem cura.

Para te conscientizar e informar sobre a doença, trouxemos um guia com todas as informações que você precisa saber:

O que é? Doença congênita (predisposição para desenvolvê-la) que compromete seriamente a visão de um ou ambos os olhos. De forma progressiva, a córnea – membrana transparente que protege o olho – perde espessura (afina) e adquire o formato de cone (encurva).

 

Como ela ocorre? Por meio de mudanças físicas e bioquímicas no tecido corneano, tornando-o mais suscetível a danos oxidativos e fazendo com que ele enfraqueça e se projete para frente. Além disso, de 5% a 27% dos casos têm histórico da doença na família.

 

Como saber se eu tenho ceratocone? A irregularidade da córnea desenvolve miopia, astigmatismo, visão distorcida e turva, sensibilidade à luz e brilho, dor de cabeça e troca frequente das lentes de óculos.

 

Uma curiosidade? O ato de coçar os olhos com frequência está diretamente ligado ao afinamento da córnea, uma das características da doença.

 

Diferenças entre as córneas? Uma córnea normal tem formato arredondado, quase esférico, o que faz com que as imagens sejam focalizadas corretamente. Com o ceratocone, a membrana sofre uma deformação, alterando sua resistência e elasticidade, deixando-a mais fina e com formato cônico.



Como tratar? Infelizmente, a doença ainda não tem cura definitiva. Por isso, é importante consultar um oftalmologista regularmente para acompanhar a progressão do ceratocone. Em sua forma mais branda, óculos e lentes de contato gelatinosas podem auxiliar, além do implante de anel intraestromal. Já na fase crítica, o tratamento baseia-se no transplante de córnea.

 

CIRURGIAS

 

Crosslinking: é uma cirurgia que aumenta a resistência e a estabilidade da córnea, impedindo a progressão do ceratocone. O procedimento é realizado por meio da aplicação de um colírio de vitamina B2 que, associado à luz UVA emitida por uma fonte, aumenta a ligação das fibras de colágeno da córnea. A cirurgia tem duração de aproximadamente uma hora, com recuperação gradativa e avaliação mensal até o terceiro mês para comprovação de efeito.

 

Implante de anel intraestromal: é uma das alternativas para evitar o transplante de córnea. A técnica é recomendada para os casos de ceratocone que têm baixa visão com óculos de grau ou lentes de contato. O procedimento é feito com o uso de LASER de alta precisão, que cria um túnel no interior da córnea para o implante de um ou dois seguimentos de anel. A cirurgia tem duração média de 30 minutos, e o tempo de acompanhamento para avaliação do resultado é de três meses.

 

Transplante de córnea: neste procedimento, com duração média de uma hora, a córnea doente é removida e substituída pela córnea do doador, que é costurada no local com um fio de náilon superfino. Após a cirurgia, a visão pode levar algumas semanas para voltar ao normal, e a cicatrização completa pode acontecer em até 12 meses.

RT – Dr. Hamleto Emilio Molinari CRM 19281

 

Entre em contato com nossa Central de Relacionamento e agende sua consulta: 11 3056-9955.